Qual livro te marcou?

O Blog produziu, durante a Feira, uma série de pequenas entrevistas com amantes da leitura que falam sobre os livros que marcaram suas vidas.

E você, leu um livro marcante? Comente aqui e nos dê a dica.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Deputado pede custeio do Governo para a Feira



O deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB) solicitou ao Governo do Estado a implantação da Feira do Livro de Autores Literários Catarinenses, para difundir as obras dos escritores locais.

Atualmente, a Feira é promovida pela Câmara Catarinense do Livro, que de maneira independente busca patrocínios e mobiliza a categoria.

“A divulgação dessa área e o apoio oficial aos nossos autores literários trarão inúmeros benefícios à Cultura de Santa Catarina”, afirma o parlamentar. “Com a promoção da Feira, os turistas e visitantes, e a própria população interna, terão maior conhecimento do nosso cotidiano e dos nossos pensamentos”, completou.

A indicação propõe que o evento tenha dez dias e seja realizado em local público, na Capital, duas vezes por ano, nos primeiros dias de janeiro e de julho. As despesas seriam custeadas pelo Estado, de acordo com o previsto na Constituição Catarinense.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Aprenda literatura gratuitamente

A Associação Literatura Florianopolitana (Aliflor), também esteve presente na feira do livro e contou um pouco quem são eles. A Aliflor nasceu em um jardim de uma casa em Jurerê Internacional onde se reuniam para discutir sobre literatura, o que era para ser só um grupo literário, hoje eles viraram uma associação e ajudam as pessoas que querem aprender a escrever melhor.

Eles ensinam cronicas, poesias, contos e auxiliam na criação literária gratuitamente.

“Para participar é só ir nas reuniões que ficam na biblioteca pública toda sexta-feira, às 15h, discutimos literatura brasileira e internacional”, conta a escritora Milk Plaza.

Milk tem dois livros editados, Palavra, som e fúria; Condomínio e também fez um curta infantil, O Besouro e o Beija-Flor.

Contraponto

Nota da Coluna Contracapa, do Marcos Espíndola, no Diário Catarinense:

"O consagrado escritor catarinense Deonísio da Silva, radicado no Rio, convidado para ser o patrono da última Feira Catarinense do Livro, aqui na Capital, teve que vir por conta própria, custeando o transporte e translado por aqui.

E sequer foi recebido por emissário do evento, tendo inclusive que voltar sozinho para o aeroporto e contar com a ajuda de amigos aqui para se hospedar."
. . .

Espíndola citou o caso, ao falar de outro descaso. Segundo a coluna, Santa Catarina será o Estado homenageado na 55ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre, mas até agora não indicou os escritores, artistas e ilustradores que deverão participar do evento.

O prazo foi estendido por mais uma semana, pela Câmara Rio-Grandense do Livro.

Cabe à Fundação Catarinense de Cultura e à Secretaria do Turismo, Cultura e Esporte tomar providências para evitar estas gafes.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Fim de feira

Hoje pela manhã no Centro de Florianópolis.

domingo, 17 de maio de 2009

Inclusão social para crianças

A Feira do Livro também é para os pequeninos. Uma boa forma de inclusão social para crianças que moram em áreas periféricas da cidade. Sexta-feira, dia 15, a professora da creche Conjunto Habitacional Chico Mendes, Ivana da Silva leva as crianças para assistir alguns curtas.

-Levar as crianças da creche para a feira do livro, assistir os filmes foi muito gratificante para mim, educadora, me senti feliz em tirar as crianças do espaço de onde elas vivem, incentivar a leitura delas é muito importante-, disse a professora Ivana.

Tais como:
A professora em uma comunidade alemã: Que é inspirado na vivencia da diretora do filme (Irene Rios Silva). O vídeo acompanha as experiências de uma professora em uma comunidade de descendentes de alemães.

Albertinho: Direção Instituto 150 alunos da rede pública de Vitória (ES), o curta conta a história de um menino que sonha em voar, em homenagem a Alberto Santos Dumont.

Portinholas: Maria Luiza, uma menina de 14 anos que descobre no livros “Portinholas” e nos quadros de Portinari o encantamento da vida e do mundo da arte.

Brincando na Aldeia: Alunos do Núcleo Animazul; esse filme mosta a visão dos alunos sobre o dia-a-dia em uma aldeia de índios.

Encontro em Marte: Núcleo Animazul, duração de dois minutos.

Mestre Vitalino e Nós no Barro: Em homenagem ao mestre do barro, feito por alunos do Núcleo Animazul.

Filmes para crianças, e a maioria deles feitos por crianças da rede pública em Vitória-ES, (Núcleo Animazul).

sábado, 16 de maio de 2009

Por dentro da Editora Cuca Fresca

Muito se falou, naturalmente, sobre livros e público da Feira do Livro, mas não tanto das editoras. Que, é quem representa a ponte entre os autores e seus leitores. Passei alguns minutos da tarde de quinta-feira no estande da editora Cuca Fresca.

Há 25 anos no mercado editorial de Florianópolis, com a publicação de livros infantis, infanto-juvenis, didáticos e com histórias da ilha e de Santa Catarina. A editora, através de informações de seu site, obteve uma boa aceitação junto ao público com seus produtos.

As publicações: Voando pelo Brasil e De Mãos Dadas, foram alguns dos destaques da editora na Feira do Livro.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Nova geração aprende na Feira do Livro

O palco principal é o ponto preferido das crianças que vem visitar a Feira Catarinense do Livro, orientados por seus professores. Até o momento aproximadamente 50 escolas (ou Núcleos de Educação) e 1.360 alunos já passaram pelos corredores do evento. Entre adultos, idosos e jovens lá estão às crianças com seus uniformes e mochilas. Na grande maioria da educação infantil e séries iniciais.

A opinião dos educadores é complementar. Eles acreditam que a ‘saída a campo’ pode estimular a leitura, interagir com projetos desenvolvidos em sala e ajudar na escolha de um bom livro.

Alguns estandes da Feira são especializados neste público. Geralmente na categoria de livros infantil se encontram publicações muito coloridas, com efeitos e novidades. Já na infanto-juvenil o que se acha é aventura.

Para esta edição da Feira não só os professores têm acompanhados os alunos, mas os pais têm marcado presença. É comum encontrar andando nos corredores, pais e filhos olhando para as prateleiras.

Movimentação

Na primeira semana da Feira, segundo dados da organização, 30 mil pessoas passaram no Largo da Alfândega. Já esta semana está terminando com um pouco mais de agito para os vendedores. No domingo teremos o balanço final da edição.

Ping-pong: Rodrigo Capella

Amanhã o escritor Rodrigo Capella estará na feira do livro para debater O futuro da literatura catarinense. Na ocasião o também poeta, jornalista e roteirista defenderá a importância do twitter, facebook e dos blogs para a literatura catarinense e brasileira. Capella, que publicou o primeiro livro aos 16 anos e ao longo da carreira lançou livros polêmicos, como o Como mimar seu cão, e sucessos que estão sendo adaptados para cinema, como o Transroca, o navio proibido, conversou com a gente sobre as mídias digitais e sua relação com a literatura. Confira!

Rodrigo, você participa de diversas comunidades virtuais. Em que medida estes instrumentos, associados aos veículos digitais beneficiam escritores e jornalistas?
Capella: Ao utilizar essas ferramentas virtuais, os escritores conseguem mostrar o seu verdadeiro talento, conseguem se expor, romper barreiras. Atualmente, quem não tem blog não é escritor. O escritor precisa do blog para tudo, para se expressar, ouvir os leitores e para trocar experiências. O Twitter e o Facebook são um algo a mais, são interessantes porque estão sendo descobertos aos poucos pelos escritores. Essas ferramentas são importantíssimas para construimos a democracia literaria e para os escritores terem uma maior liberdade e serem mais valorizados.

Você acredita que os veículos digitais têm poder para influenciar os
tradicionais? Como?
Capella: Já estão influenciando. Por que o Fantástico abriu um Twitter? Para não perder a corrida. Por que boa parte dos jornalistas tem Twitter? Para se sentirem informados. Hoje, eu recebo toda a informação de que preciso via Twitter. Não preciso acessar qualquer outro veiculo. As midias digitais são importantissimas e nelas estão incluidas as midias sociais, como o Twitter.
Como você enxerga a relação dos jovens com os meios virtuais e com os livros?
Capella: Os meios virtuais sustentam os livros, são um caminho para o leitor atinguir o orgasmo literário, que é a leitura plena. O livro não morrerá jamais, até porque o livro não é uma mídia e sim um meio de prazer. Sem os livros, as pessoas não pensam, ficam caducas e tendem a morrer.

Qual conselho você daria aos estudantes de jornalismo?
Capella: Todo estudante de jornalismo deve se interessar por Twitter, Orkut e Facebook. Essas ferramentas são obrigatórias! O futuro jornalista precisa entender que, cada vez mais, vivemos a era do conteúdo interativo e da Internet. Sem internet e interatividade as coisas não fluem.

Lembrando que o debate acontece sábado as 15:00 horas no palco central da 2a. Feira Catarinense do Livro, no Largo da Alfândega.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Os livros e a rede

Tarde de sábado pede um programa legal, não e mesmo? Mais bacana ainda é quando consegue reunir um programa leve e divertido com cultura. É isso aí! Este sábado a Feira do Livro será palco do debate "O futuro da literatura catarinense".

A conversa vai ser entre os escritores Aline Gallina, Priscila Lopes, Ricardo Rayol e Rodrigo Capella e todos estão convidados a discutir a relação entre literatura e as redes de relacionamento e blogs.

O debate está agendado para sábado às 15h no palco central.